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terça-feira, 27 de setembro de 2011
Obama e a crise
Hoje liguei a televisão e deparei-me com as declarações do Exmo. Sr. Presidente dos Estados Unidos da América, Barack Hussein Obama II, e onde este reclamava do actual estado da economia, e que seria dificil de o suportar enquanto a Europa não saísse do incumprimento.
Pois bem, sr. Obama, antes de olhar para o continente europeu, o senhor deverá primeiro olhar para a sua própria jurisdição.
O senhor deveria olhar para a sua Moody's, que ao que se tem visto nem o senhor a tem conseguido controlar.
Também convém não esquecer que se hoje estamos perante uma crise tão acentuada a nível mundial, aos Estados Unidos o devemos. Não nos esqueçamos que foi devido ás guerras pelo domínio do mercado petrolífero que se iniciaram muitos dos conflitos ainda existentes.
Sempre que os Estados Unidos fazem uma ofensiva, já é certo que os preços dos barris de petróleo, e por consequência, também os combutíveis, irão aumentar. Também convém relembrar que practicamente todos os países com quem os Estados Unidos entrem em confronto são, e em grande parte ou produtores de combutiveis ou de energia nuclear...
Por que razão havemos de atribuir todo um monopólio, seja do que for a um país, que por mais que produza, há-de sempre querer mais???
Por que razão havemos de proteger quem tudo o que quer fazer é atacar quem consigo está??
Guerra ao terrorismo??? Mas afinal quem foi que treinou e financiou Osama Bin Laden???
Estaremos todos nós a ficar loucos, será que é como se pinta nos filmes, em que o americano é sempre o bom da fita???
Quando dominarem todas as fontes de energia, outros pontos de interesse surgirão. Já lá vai o tempo em que nas terras do Tio Sam era o sonho que comandava a vida. Agora o que a vida comanda são o dolar e os preços dos barris de crude.
Penso que temos uma moeda forte, mas que enquanto estivermos sob a sombra do que o senhor Obama e suas equipas, nunca havemos de prosperar, pois sempre assim foi, e qualquer sistema que surja que possa colocar em perigo o domínio americano, e seja que área for, há-se sempre ser marginalizado, ou como está muito em uso, declarado lixo.
Se não fossemos nós aqui no velho continente, e principalmente os nossos descobridores portugueses, talvez ainda hoje os senhores que se sentem agora donos do mundo ainda andassem em "pelota" e sem qualquer vestigio de civilização.
Por aqui tem-se falado do desejo de independência da Madeira em relação a Portugal, pois a minha sugestão é outra: Porque não declarar independência da Europa e do €uro em relação aos Estados Unidos e ao Dolar, bem como a sua comparsa Moody's???
Mais uma vez; senhor Obama, olhe primeiro para sua casa antes de olhar para a dos outros...
Pois bem, sr. Obama, antes de olhar para o continente europeu, o senhor deverá primeiro olhar para a sua própria jurisdição.
O senhor deveria olhar para a sua Moody's, que ao que se tem visto nem o senhor a tem conseguido controlar.
Também convém não esquecer que se hoje estamos perante uma crise tão acentuada a nível mundial, aos Estados Unidos o devemos. Não nos esqueçamos que foi devido ás guerras pelo domínio do mercado petrolífero que se iniciaram muitos dos conflitos ainda existentes.
Sempre que os Estados Unidos fazem uma ofensiva, já é certo que os preços dos barris de petróleo, e por consequência, também os combutíveis, irão aumentar. Também convém relembrar que practicamente todos os países com quem os Estados Unidos entrem em confronto são, e em grande parte ou produtores de combutiveis ou de energia nuclear...
Por que razão havemos de atribuir todo um monopólio, seja do que for a um país, que por mais que produza, há-de sempre querer mais???
Por que razão havemos de proteger quem tudo o que quer fazer é atacar quem consigo está??
Guerra ao terrorismo??? Mas afinal quem foi que treinou e financiou Osama Bin Laden???
Estaremos todos nós a ficar loucos, será que é como se pinta nos filmes, em que o americano é sempre o bom da fita???
Quando dominarem todas as fontes de energia, outros pontos de interesse surgirão. Já lá vai o tempo em que nas terras do Tio Sam era o sonho que comandava a vida. Agora o que a vida comanda são o dolar e os preços dos barris de crude.
Penso que temos uma moeda forte, mas que enquanto estivermos sob a sombra do que o senhor Obama e suas equipas, nunca havemos de prosperar, pois sempre assim foi, e qualquer sistema que surja que possa colocar em perigo o domínio americano, e seja que área for, há-se sempre ser marginalizado, ou como está muito em uso, declarado lixo.
Se não fossemos nós aqui no velho continente, e principalmente os nossos descobridores portugueses, talvez ainda hoje os senhores que se sentem agora donos do mundo ainda andassem em "pelota" e sem qualquer vestigio de civilização.
Por aqui tem-se falado do desejo de independência da Madeira em relação a Portugal, pois a minha sugestão é outra: Porque não declarar independência da Europa e do €uro em relação aos Estados Unidos e ao Dolar, bem como a sua comparsa Moody's???
Mais uma vez; senhor Obama, olhe primeiro para sua casa antes de olhar para a dos outros...
domingo, 4 de setembro de 2011
Londres
Quem me conhece, sabe que não me dou bem com climas mais frios. Embora também não seja grande adepto de grandes temperaturas, sou mais do estilo "temperado".
Adoro viajar, e tem sido a acompanhar o Mágico Porto, que mais o tenho feito.
Liverpool, Madrid, Sevilha, Bratislava, Viena, Dublin e Londres. Isto falando no estrangeiro.
Os tempos não são propriamente de bonança, mas não posso deixar de escrever sobre uma cidade que no passado apenas a julgava uma cidade cinzenta e sem interesse, mas que hoje, tudo o que quero é lá poder voltar, Londres.
A certa altura, e mais uma vez acompanhando o Mágico Porto, desta feita,para defrontar o Arsenal, senti estar preparado para nova incursão por terras de Sua Majestade, desta vez a língua já não seria um obstáculo, mas um aliado.
Sempre ouvi dizer que em Londres é só chuva. Pois bem, devo dizer que me sinto um priveligiado, pois nas duas vezes que aí fui apanhei sol e neve. O frio esteve sempre lá, mas pelo menos não choveu...
Foi amor á primeira vista, as pessoas muito civilizadas, onde o simples andar de metro, ou o "the tube", o demonstra, ali as diferenças são aceites, e ninguém olha para ninguém, pelo que veste ou não, todos são tratados e respeitados de igual forma.
A multiculturalidade desta cidade é assombrosa, se bem que em termos de gastronomia este seja um povo pobre, absorvendo tudo o que de fora venha. Quanto a mim, não me atrai o "Fish & Chips", só o facto de ser peixe já me afasta o pensamento, ainda para mais, frito em banha...
Algo que no meu entender torna a cidade muito prática e fácil de se visitar é a grande "teia" de metropolitano, em que practicamente todas as linhas se cruzam.
Eu mesmo fiquei "encalhado" numa estação por ameaça de bomba, sim por lá é algo comum, as pessoas nem se enervaram, pareciam que tinham anunciado que ia chover, tal a calma que reinava naquelas carruagens. Saímos muito calmamente, e com uma caminhada de 5 a 10 minutos já estavamos numa outra estação de metro, outra linha. Enfim, muito prático.
Para além dos habituais Big Ben, London Eye e London Bridge, recomendo que se visitem os palácios, que se faça a caminhada ao longo do Tamisa (Tames), se se comprar o bilhete de metro diário, consegue-se conhecer grande parte da cidade, para tal bastará algum planeamento, e não esquecendo que o metro será o nosso melhor aliado.
Para mim torna-se obrigatório, de cada vez que vou a Londres, parar para comer no "Nando's", rede de restaurantes de origem portuguesa muito representada em Inglaterra e principalmente em Londres, onde quase em cada esquina se pode encontrar um. Eu pessoalmente recomendo, mas atenção ao picante...
É claro que também andamos sempre á procura de comprar alguns souvenirs, recomendo que não cedam á tentação de comprar logo na primeira loja que encontrem. Apanhem o metro, linha preta, e sigam direcção a Camden Town, onde se situa um dos mais conhecidos mercados do mundo, nas antigas cavalariças Reais, e só para que possam ter uma pequena noção, pensem em Chinatown, um mercado multicultural, onde podes encontrar de tudo um pouco, desde comida de todos os cantos do Mundo, aos mais variados tipos de lojas, tatuagens, robótica, roupas, souvenirs, etc... Ali poderás comprar os teus souvenirs a metade do preço, e não estou a exagerar.

Nas duas vezes em que estive na cidade, não consegui ver tudo o que queria, mas na próxima, em Março, concerteza que irei a todos e a mais alguns, quero explorar cada espaço e desta vez também irei assistir ao "The Phantom of the Opera", Piccadilly Circus nunca mais será a mesma.
Esta é uma cidade pela qual me apaixonei, e a qual espero que possam também vocês visitar.
Se as coisas forem devidamente planeadas e com algum tempo de antecedência, esta é uma viagem acessível.
Quando me perguntam se já me arrependi de algo que tenha feito, só consigo pensar que apenas me posso arrepender do que não fiz. Pois o que fiz, bem ou mal, será sempre uma experiência. Se correu bem, fico contente, mas se correu mal, só tenho que aprender com ele para que mais tarde o possa fazer bem.
Vão a Londres, pois é uma cidade muito interessante. É um Mundo dentro de outro.
Depois digam-me o que acharam...
Adoro viajar, e tem sido a acompanhar o Mágico Porto, que mais o tenho feito.
Liverpool, Madrid, Sevilha, Bratislava, Viena, Dublin e Londres. Isto falando no estrangeiro.
Os tempos não são propriamente de bonança, mas não posso deixar de escrever sobre uma cidade que no passado apenas a julgava uma cidade cinzenta e sem interesse, mas que hoje, tudo o que quero é lá poder voltar, Londres.
A minha primeira experiência em terras de Sua Majestade foi há uns anos atrás em Liverpool, e reconheço que não me fascinou, e que talvez me tenha levado a pensar que seria assim em toda a Inglaterra, muito frio e chuva. Reconheço que na altura a língua também foi um grande obstáculo, pois o inglês de escola que eu julguei ser suficiente, devo dizer que apenas me envergonhou. Mas esses foram os meus grandes obstáculos, o clima e a língua.
Entretanto comecei a estudar no Wall Street Institute, o que eu realmente recomendo.A certa altura, e mais uma vez acompanhando o Mágico Porto, desta feita,para defrontar o Arsenal, senti estar preparado para nova incursão por terras de Sua Majestade, desta vez a língua já não seria um obstáculo, mas um aliado.
Sempre ouvi dizer que em Londres é só chuva. Pois bem, devo dizer que me sinto um priveligiado, pois nas duas vezes que aí fui apanhei sol e neve. O frio esteve sempre lá, mas pelo menos não choveu...
Foi amor á primeira vista, as pessoas muito civilizadas, onde o simples andar de metro, ou o "the tube", o demonstra, ali as diferenças são aceites, e ninguém olha para ninguém, pelo que veste ou não, todos são tratados e respeitados de igual forma.
A multiculturalidade desta cidade é assombrosa, se bem que em termos de gastronomia este seja um povo pobre, absorvendo tudo o que de fora venha. Quanto a mim, não me atrai o "Fish & Chips", só o facto de ser peixe já me afasta o pensamento, ainda para mais, frito em banha...
Algo que no meu entender torna a cidade muito prática e fácil de se visitar é a grande "teia" de metropolitano, em que practicamente todas as linhas se cruzam.
Eu mesmo fiquei "encalhado" numa estação por ameaça de bomba, sim por lá é algo comum, as pessoas nem se enervaram, pareciam que tinham anunciado que ia chover, tal a calma que reinava naquelas carruagens. Saímos muito calmamente, e com uma caminhada de 5 a 10 minutos já estavamos numa outra estação de metro, outra linha. Enfim, muito prático.
Para além dos habituais Big Ben, London Eye e London Bridge, recomendo que se visitem os palácios, que se faça a caminhada ao longo do Tamisa (Tames), se se comprar o bilhete de metro diário, consegue-se conhecer grande parte da cidade, para tal bastará algum planeamento, e não esquecendo que o metro será o nosso melhor aliado.
Para mim torna-se obrigatório, de cada vez que vou a Londres, parar para comer no "Nando's", rede de restaurantes de origem portuguesa muito representada em Inglaterra e principalmente em Londres, onde quase em cada esquina se pode encontrar um. Eu pessoalmente recomendo, mas atenção ao picante...
É claro que também andamos sempre á procura de comprar alguns souvenirs, recomendo que não cedam á tentação de comprar logo na primeira loja que encontrem. Apanhem o metro, linha preta, e sigam direcção a Camden Town, onde se situa um dos mais conhecidos mercados do mundo, nas antigas cavalariças Reais, e só para que possam ter uma pequena noção, pensem em Chinatown, um mercado multicultural, onde podes encontrar de tudo um pouco, desde comida de todos os cantos do Mundo, aos mais variados tipos de lojas, tatuagens, robótica, roupas, souvenirs, etc... Ali poderás comprar os teus souvenirs a metade do preço, e não estou a exagerar.

Nas duas vezes em que estive na cidade, não consegui ver tudo o que queria, mas na próxima, em Março, concerteza que irei a todos e a mais alguns, quero explorar cada espaço e desta vez também irei assistir ao "The Phantom of the Opera", Piccadilly Circus nunca mais será a mesma.
Esta é uma cidade pela qual me apaixonei, e a qual espero que possam também vocês visitar.
Se as coisas forem devidamente planeadas e com algum tempo de antecedência, esta é uma viagem acessível.
Quando me perguntam se já me arrependi de algo que tenha feito, só consigo pensar que apenas me posso arrepender do que não fiz. Pois o que fiz, bem ou mal, será sempre uma experiência. Se correu bem, fico contente, mas se correu mal, só tenho que aprender com ele para que mais tarde o possa fazer bem.
Vão a Londres, pois é uma cidade muito interessante. É um Mundo dentro de outro.
Depois digam-me o que acharam...
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