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domingo, 30 de junho de 2013
"Há otários que ainda acreditam no amor"
Muitas são as vezes em que me perguntam o porquê de me entregar por completo a esta paixão.
Muitas são as vezes em que me dizem não compreender porque o faço, algumas delas eu próprio não o compreendo, mas não é por isso que deixarei de seguir esse instinto.
Lembro-me de em miúdo ouvir as raparigas mais velhas falar em como gostariam de ser tratadas pelos seus "Príncipes", da forma de como para eles, elas seriam as únicas à face da Terra. Era um miúdo, e de certa forma a meus olhos, algumas delas o iriam conseguir.
Alguns anos se passaram, e muitas dessas raparigas, hoje mulheres mesmo tendo a hipótese de ter o seu "Príncipe", mesmo que sem cavalo ou coroa, acabaram para se virar para o oposto do que haviam sonhado enquanto adolescentes...
Mera ilusão, a de uma adolescente, algumas o dirão. Muitas, certamente que ainda hoje estarão à espera que esse mesmo "Príncipe" lhe apareça em frente à porta, de joelho no chão, e a oferecer um bonito anel.
Isso é cena de filme, cena de conto de fadas, não há mais.
Hoje em dia apenas temos estatutos baseados na imagem e na riqueza.
Eu sinceramente não me revejo nesta sociedade que apenas se rege pelos valores supérfluos, e em que quase tudo serve apenas para mostrar aos outros, e não para usufruir em proveito próprio.
Gosto de pensar que há mais pessoas que pensem como eu, que vejam o romance onde ele está, e que o encarem com o nervosismo, paixão e loucura que este acarreta. Se não houver risco, também fica um pouco sem sal.
Gosto de pertencer ao grupo dos otários que ainda acreditam no amor. Que mal há nisso???
Gosto de poder mostrar ao Mundo o quanto que me afectas, e digam eles o que disserem, sei que com um sorriso nos lábios lhes direi que nada mais lhes direi senão que te amo, e que em nome desse amor tudo enfrentarei.
O romantismo não está morto, mas antes camuflado numa teia que o fez parecer marginalizado, mas que a cada oportunidade nos surpreende e nos mostra que em nome do amor tudo pode ser alcançado, mesmo que tudo aponte em sentido contrário...
quinta-feira, 27 de junho de 2013
"Universo sem fim"
Ultimamente tenho sido algo bombardeado com perguntas acerca da musa que me tem inspirado a escrever.
Que fique claro que se ainda não divulguei essa informação, é porque ainda não é o momento de tal informação se espalhar.
Não sei se alguma vez o farei, mas por certo, não dependerá apenas de mim, e também não faria por um mero capricho, isso não.
Para ti, a quem todos estes textos têm sido dedicados, apenas posso dizer que cada dia que passa me inspiras cada vez mais, não importando o local onde me encontro, ou com quem esteja.
Não sei se alguma vez viste o que para ti tenho escrito, espero que sim, e quero que saibas que cada letra ou palavra que aqui te são dedicadas são seleccionadas com o maior dos cuidados, transbordando sentimentos. Qual fonte?? É o sentir todo o nervosismo percorrendo cada músculo, dos pés à cabeça.
Fala-se em borboletas no estômago, mas o que posso dizer é que é muito mais que isso, é muito mais que teimosia, é muito mais do que eu mesmo possa imaginar.
Por ti descrevo o mundo à tua volta, meros pormenores, pois desde que te descreva na perfeição, mesmo que da forma mais simples, sei que a todos os outros pormenores ofuscarás...
Não me tens deixado dormir, e por mais que eu tente, sei que esta é uma missão quase que impossível.
A insónia que me causas, para além do cansaço do dia a seguir também me leva a suportar a tua ausência com uma esperança reforçada de te reencontrar. Meras palavras, poderão muitos pensar, mas é muito mais que isso. Sei o quanto que me custa respirar. Sei o fervor que me percorre o corpo. Sei que por mais que percorra, mesmo que a Muralha da China, e contando passo a passo, mesmo entre cada passo percorrido sei que em teu nome pensarei. Teu rosto certamente será a miragem a alcançar, não deixarei de ouvir o som de tua voz, mesmo que ao fundo da minha memória.
Consigo fechar meus olhos, e assim conseguir olhar para os teus, e neles me perder, no universo sem fim que é o que sinto por ti...
Que fique claro que se ainda não divulguei essa informação, é porque ainda não é o momento de tal informação se espalhar.
Não sei se alguma vez o farei, mas por certo, não dependerá apenas de mim, e também não faria por um mero capricho, isso não.
Para ti, a quem todos estes textos têm sido dedicados, apenas posso dizer que cada dia que passa me inspiras cada vez mais, não importando o local onde me encontro, ou com quem esteja.
Não sei se alguma vez viste o que para ti tenho escrito, espero que sim, e quero que saibas que cada letra ou palavra que aqui te são dedicadas são seleccionadas com o maior dos cuidados, transbordando sentimentos. Qual fonte?? É o sentir todo o nervosismo percorrendo cada músculo, dos pés à cabeça.
Fala-se em borboletas no estômago, mas o que posso dizer é que é muito mais que isso, é muito mais que teimosia, é muito mais do que eu mesmo possa imaginar.
Por ti descrevo o mundo à tua volta, meros pormenores, pois desde que te descreva na perfeição, mesmo que da forma mais simples, sei que a todos os outros pormenores ofuscarás...
Não me tens deixado dormir, e por mais que eu tente, sei que esta é uma missão quase que impossível.
A insónia que me causas, para além do cansaço do dia a seguir também me leva a suportar a tua ausência com uma esperança reforçada de te reencontrar. Meras palavras, poderão muitos pensar, mas é muito mais que isso. Sei o quanto que me custa respirar. Sei o fervor que me percorre o corpo. Sei que por mais que percorra, mesmo que a Muralha da China, e contando passo a passo, mesmo entre cada passo percorrido sei que em teu nome pensarei. Teu rosto certamente será a miragem a alcançar, não deixarei de ouvir o som de tua voz, mesmo que ao fundo da minha memória.
Consigo fechar meus olhos, e assim conseguir olhar para os teus, e neles me perder, no universo sem fim que é o que sinto por ti...
domingo, 23 de junho de 2013
"Estrela-guia"
Já estamos no Verão. E embora o tempo não esteja muito certo, com as suas subidas e descidas de temperaturas, e regados de chuva sol ou vento, não consigo deixar que o sono me vença.
Hoje não estou a conseguir a noite me traga o descanso dos guerreiros, mas antes a inquietude dos apaixonados.
Voltas e voltas na cama, sem que os olhos enfraqueçam por um momento que seja, Que cedam ao sono.
Levantei-me, e dirigi-me à janela. Dali pude observar as estrelas, e ao fazê-lo, surgiu-me tua imagem em minha cabeça. Ao olhar aquelas estrelas cintilantes, que todos os dias milhões de vezes são adoradas, não pude deixar de te comparar a elas.
Lembrei-me que tal como tu estas mesmas estrelas estão distantes, muito distantes mesmo, e que mesmo assim, não consigo deixar de lhes querer tocar.
Mesmo distantes, todo o mistério que as envolve, tal como a ti, as torna mais atraentes a meus olhos.
A forma como brilham, bem, tanto as estrelas no céu, como tu onde quer que estejas, e não importa onde ou com quem, pois para mim tudo o mais deixa de existir, apenas o cenário necessário para te suportar, apenas uma imagem de fundo que sem ti nada mais seria que uma tela nua e fria que ninguém quereria observar.
Ao observar as estrelas, penso que mesmo a anos-luz de distância elas mostram-nos o seu brilho com o orgulho de quem quer ser observada, com o desejo de ser amada. Dessa mesma forma, penso nas estrelas que servem como ponto de orientação, estrelas-guia, como a Estrelar Polar.
Estrela Polar não tenho, Sol também não, como também não tenho a Lua, mas em situação alguma me irei importar, pois mais importante que todas essas estrelas-guia, eu tenho-te a ti.
Hoje não estou a conseguir a noite me traga o descanso dos guerreiros, mas antes a inquietude dos apaixonados.
Voltas e voltas na cama, sem que os olhos enfraqueçam por um momento que seja, Que cedam ao sono.
Levantei-me, e dirigi-me à janela. Dali pude observar as estrelas, e ao fazê-lo, surgiu-me tua imagem em minha cabeça. Ao olhar aquelas estrelas cintilantes, que todos os dias milhões de vezes são adoradas, não pude deixar de te comparar a elas.
Lembrei-me que tal como tu estas mesmas estrelas estão distantes, muito distantes mesmo, e que mesmo assim, não consigo deixar de lhes querer tocar.
Mesmo distantes, todo o mistério que as envolve, tal como a ti, as torna mais atraentes a meus olhos.
A forma como brilham, bem, tanto as estrelas no céu, como tu onde quer que estejas, e não importa onde ou com quem, pois para mim tudo o mais deixa de existir, apenas o cenário necessário para te suportar, apenas uma imagem de fundo que sem ti nada mais seria que uma tela nua e fria que ninguém quereria observar.
Ao observar as estrelas, penso que mesmo a anos-luz de distância elas mostram-nos o seu brilho com o orgulho de quem quer ser observada, com o desejo de ser amada. Dessa mesma forma, penso nas estrelas que servem como ponto de orientação, estrelas-guia, como a Estrelar Polar.
Estrela Polar não tenho, Sol também não, como também não tenho a Lua, mas em situação alguma me irei importar, pois mais importante que todas essas estrelas-guia, eu tenho-te a ti.
sábado, 22 de junho de 2013
"Centelha em falta"
Há dias em que por mais que tudo te corra bem, tens sempre a sensação de que te falta algo.
Mesmo que para o exterior tudo esteja a ser perfeito, sabes que há aquela pequena centelha em falta. Pode ser invisível ao comum dos mortais, mas que para mim é mais que notória.
O dia de hoje foi assim para mim.
Não posso dizer que me tenha corrido mal, não posso mesmo, no entanto também não posso dizer que tenha sido perfeito. Faltava-me a tal centelha.
As horas passam vagarosamente, deslizando como que numa estrada muito lenta.
Conto o tempo com uma ampulheta, e consigo descrever cada um dos milésimos de segundo que tornam esta angústia mais penosa, através dos lentos grãos de areia, que teimam em não cruzar o pequeno orifício.
A cada milésimo de segundo dou por mim a tentar alcançar um qualquer sinal de tua presença, seja um som ou uma imagem, não importa o quê, desde que aconteça.
Procuro a cada instante cruzar meu olhar no teu, mesmo que por breves instantes, mesmo que numa fracção muito veloz, a que mais tarde irei colocar em modo lento, alongando o momento indefinidamente.
Hoje foi um dia em que claramente me faltou uma pequena centelha para aperfeiçoar este dia, a tua presença. Não o mencionei a ninguém, mas no entanto a minha inquietude pode ter-me denunciado em alguma fracção.
A tua presença deixa-me nervoso, mas muito mais inquieto me deixa a tua ausência.
És tu a centelha que vem completar o meu ser. És tu a centelha que encerra circulo.
Mesmo que para o exterior tudo esteja a ser perfeito, sabes que há aquela pequena centelha em falta. Pode ser invisível ao comum dos mortais, mas que para mim é mais que notória.
O dia de hoje foi assim para mim.
Não posso dizer que me tenha corrido mal, não posso mesmo, no entanto também não posso dizer que tenha sido perfeito. Faltava-me a tal centelha.
As horas passam vagarosamente, deslizando como que numa estrada muito lenta.
Conto o tempo com uma ampulheta, e consigo descrever cada um dos milésimos de segundo que tornam esta angústia mais penosa, através dos lentos grãos de areia, que teimam em não cruzar o pequeno orifício.
A cada milésimo de segundo dou por mim a tentar alcançar um qualquer sinal de tua presença, seja um som ou uma imagem, não importa o quê, desde que aconteça.
Procuro a cada instante cruzar meu olhar no teu, mesmo que por breves instantes, mesmo que numa fracção muito veloz, a que mais tarde irei colocar em modo lento, alongando o momento indefinidamente.
Hoje foi um dia em que claramente me faltou uma pequena centelha para aperfeiçoar este dia, a tua presença. Não o mencionei a ninguém, mas no entanto a minha inquietude pode ter-me denunciado em alguma fracção.
A tua presença deixa-me nervoso, mas muito mais inquieto me deixa a tua ausência.
És tu a centelha que vem completar o meu ser. És tu a centelha que encerra circulo.
sexta-feira, 21 de junho de 2013
"Perfeito ser imperfeito"
Muitas vezes são os caminhos alternativos os que nos facultam o caminho mais seguro a seguir.
O caminho mais directo por vezes leva-nos a um ponto do qual não teremos como retornar, restando-nos parar ou seguir a espiral que nos levará ao abismo.
Por vezes, para tentar embelezar a história, acabamos por torná-la numa autêntica novela, em que já nem a nós próprios nos reconhecemos no elenco, uma história por nós inventada, mas apenas para que outros a possam ver, passando tudo o mais ao lado da realidade, o lado oposto do espelho em que se torna a vida.
Curioso que ao olhar para trás, eu próprio o fiz, escrevi uma novela em que era eu o protagonista, numa história qualquer sem significado, mas que apenas servia para impressionar todos os outros. Um enredo em que da minha parte não existiam defeitos, apenas virtudes...Enfim, novelas...
Com o tempo aprendi que não faz qualquer sentido agir de tal forma. Para quê tentar impressionar o Mundo, quando apenas tu me importas??? De que me vale que me ergam estátuas por ter vencido uma guerra, quando em teu olhar vejo o desprezo por alguém ter sucumbido aos meus actos???
De que me vale ter fortunas, quando o que olhas são os empregados que explorei???
De que vale a grandeza, quando se sabe que existe sempre algo inferior, há sempre algo que seja contrário, e que sempre terá as mesmas hipóteses de te seduzir.
Deixei de escrever e de representar as novelas, passando apenas a retratar-me a mim. Passei a retratar-me como sou na realidade, um ser Humano com as suas virtudes e com os seus defeitos, e que cujo único desejo é o de te poder amar como se não houvesse amanhã.
Poder questionar-te sobre o que te preocupa, partilhar de tuas alegrias, suportar tuas tristezas e encarar os teus problemas. Enfim, fundir minha vida na tua, enfrentando quem quer que se oponha, tornando-nos inseparáveis. Um Sol que a todos os outros iluminará.
quarta-feira, 19 de junho de 2013
"Transparente"
Incrível como de um momento para o outro tudo parece ser tão diferente. Hoje consigo estar aqui contigo, sem que aparentemente se note o meu nervosismo, e num outro momento, tudo mais o que eu consigo é mostrar esse mesmo nervosismo.
Confesso que embora seja um sentimento ao qual não viro a cara, as consequências do mesmo me fazem sentir no mínimo, transparente. Mesmo sem dizer uma palavra que seja, mesmo que para um desconhecido, este vai-se aperceber o quando que me afectas.
Não falo de boca cheia, já aconteceu, e no entanto não consegui ficar indiferente a tal episódio. Não sei se reparaste, e espero bem que não.
Não há forma de contornar a situação, simplesmente gostas e enfrentas ou não, eu optei por enfrentar, encarei este sentimento e agarrei-me a ele. Virar a cara à luta não é opção, mesmo quando tudo o mais que nos dizem para fazer é desistir, eu sei que essa é a opção que jamais seguirei, pois se há palavra que não consta em meu dicionário é essa.
Ao abdicar de ti, estaria certamente a abdicar de mim também. Encaro cada momento como se do último se tratasse, vivendo cada momento no limite e na certeza de que certamente dei o melhor de mim.
Não me importo de demonstrar o quanto que me afectas, que todo eu trema, que todo eu transpire, que todo eu bloqueie. Não me importo mais, não me quero importar mais. E aqui nestes texto está isso mesmo demonstrado, mostro a todo o Mundo o quanto me dizes. O que pensam??? Gostam??? Não gostam???
Faço-o não pelos outros, mas por mim, por ti, por nós. Tudo o mais pode ser no mínimo... transparente, assim como eu...
Confesso que embora seja um sentimento ao qual não viro a cara, as consequências do mesmo me fazem sentir no mínimo, transparente. Mesmo sem dizer uma palavra que seja, mesmo que para um desconhecido, este vai-se aperceber o quando que me afectas.
Não falo de boca cheia, já aconteceu, e no entanto não consegui ficar indiferente a tal episódio. Não sei se reparaste, e espero bem que não.
Não há forma de contornar a situação, simplesmente gostas e enfrentas ou não, eu optei por enfrentar, encarei este sentimento e agarrei-me a ele. Virar a cara à luta não é opção, mesmo quando tudo o mais que nos dizem para fazer é desistir, eu sei que essa é a opção que jamais seguirei, pois se há palavra que não consta em meu dicionário é essa.
Ao abdicar de ti, estaria certamente a abdicar de mim também. Encaro cada momento como se do último se tratasse, vivendo cada momento no limite e na certeza de que certamente dei o melhor de mim.
Não me importo de demonstrar o quanto que me afectas, que todo eu trema, que todo eu transpire, que todo eu bloqueie. Não me importo mais, não me quero importar mais. E aqui nestes texto está isso mesmo demonstrado, mostro a todo o Mundo o quanto me dizes. O que pensam??? Gostam??? Não gostam???
Faço-o não pelos outros, mas por mim, por ti, por nós. Tudo o mais pode ser no mínimo... transparente, assim como eu...
Letter to my heart
Hi!
Is everything alright? Who writes you is the one with whom you have been playing. The one who has been trying to do the opposite, and always ends up giving in to your plans.
Now you should be recognizing me. Yes, I'm the one whose body gives you shelter, but however you do not hear.
I am the whom inspired to do incredible things in the name of a feeling, on behalf of you, in the name of love.
I'm not complaining, because to me also gives me a tremendous pleasure, but I have to tell you that this time you exaggerate. You ended up making me chase the the one most of my friends call the wrong person yet who I still find the right one.
I'm not ashamed, when I like, and I see the fight going, no matter what they may say or think, just me against the rest of the World. For her, everything.
It's stronger than me, I assume, but also good that you could lend a hand.
In your name, in your game much has been done, but now you sit there watching how it will end, you sit like a politician, doing nothing, just watching, nothing more.
I write to you so that you have a more interventionist role, that thou be not only why, but that thou mayest be an integral stop this plot.
Sincerely,
The one that follows your instincts!!!
quarta-feira, 12 de junho de 2013
"Odeio"
Muito aqui tenho escrito sobre as coisas boas que me fazes sentir, no quanto significas para mim e embora não me seja fácil de o assumir, faço-o sem qualquer tipo de receios.
É quando realmente sentimos algo que mais difícil é de o encarar, está-nos na natureza, e seja quem for, o bonito ou feio, o rico ou pobre, não importa quem, mas apenas sabemos que o meu de errar se torna superior a tudo o mais, levando-nos por vezes a duvidar se estaremos a agir bem.
Sempre te tenho escrito de forma positiva, e hoje chegou o dia em que vou mencionar os factores negativos deste sentimento que é cada vez maior.
Antes de mais, odeio-te. Odeio-te pela forma como me fazes te amar, sem qualquer tipo de receios, de forma tão despreocupada que chega a roçar a insensatez.
Odeio que para onde quer que vá, esteja sempre com a esperança de te encontrar, ainda que por breves instantes, deste que esteja contigo.
Odeio que hajam mais pessoas que tenham o teu nome. Ao ouvir chamar por ele, a esperança de encontrar teu rosto, rapidamente se torna em desilusão.
Odeio a forma como fico nervoso na tua presença, e embora o tente disfarçar, nem a mim mesmo consigo enganar.
Odeio o facto de não me deixares dormir, e embora tente pensar em tudo o mais, não o consigo fazer, torna-se mais forte que eu.
Odeio gostar do que para ti escrevo, pois leva-me a querer te escrever ainda mais, e mais.
Enfim, no amor nem tudo pode ser positivo, tens de ter o balanço que no final te vai deixar equilibrado.
É quando realmente sentimos algo que mais difícil é de o encarar, está-nos na natureza, e seja quem for, o bonito ou feio, o rico ou pobre, não importa quem, mas apenas sabemos que o meu de errar se torna superior a tudo o mais, levando-nos por vezes a duvidar se estaremos a agir bem.
Sempre te tenho escrito de forma positiva, e hoje chegou o dia em que vou mencionar os factores negativos deste sentimento que é cada vez maior.
Antes de mais, odeio-te. Odeio-te pela forma como me fazes te amar, sem qualquer tipo de receios, de forma tão despreocupada que chega a roçar a insensatez.
Odeio que para onde quer que vá, esteja sempre com a esperança de te encontrar, ainda que por breves instantes, deste que esteja contigo.
Odeio que hajam mais pessoas que tenham o teu nome. Ao ouvir chamar por ele, a esperança de encontrar teu rosto, rapidamente se torna em desilusão.
Odeio a forma como fico nervoso na tua presença, e embora o tente disfarçar, nem a mim mesmo consigo enganar.
Odeio o facto de não me deixares dormir, e embora tente pensar em tudo o mais, não o consigo fazer, torna-se mais forte que eu.
Odeio gostar do que para ti escrevo, pois leva-me a querer te escrever ainda mais, e mais.
Enfim, no amor nem tudo pode ser positivo, tens de ter o balanço que no final te vai deixar equilibrado.
quinta-feira, 6 de junho de 2013
"Herói sem espada"
Todos nós, enquanto crianças desejávamos ser os super heróis que nos apareciam na televisão.
Uns mais idolatrados que outros, fosse pelos
poderes que possuíam, fosse pela forma como tratavam as pessoas.
Eu pessoalmente nunca tive "aquele"
super herói preferido. Gostava de alguns, mas nenhum em particular.
Muitos foram os que passaram pela minha tela,
desde os "Power Rangers" ao "Son Goku"(são apenas alguns
exemplos), sempre nos imaginávamos com aqueles poderes. Enfrentar todo o tipo
de vilão, salvar a donzela e no final ser ovacionado, e claro, com direito a
beijo.
Hoje pus-me a pensar que género de herói
poderia ser para ti. Pensei que poder te poderia encantar, sem que no entanto não corresse o risco de te magoar.
Um cavaleiro, que tudo faz em prol da sua ama,
mas depois pensei que outros cavaleiros poderiam usar essas mesmas espadas para
te magoar, excluí a ideia.
Pensei ser um herói com poderes vindos de um
outro planeta, poderes incomparáveis, e que com um simples gesto tudo se
resolvesse, abdiquei, pois tal poder não deve pertencer a uma só pessoa, e
enquanto todo o Mundo pedia por ajuda, era a ti que deixaria para trás.
Pensei que roupas especiais usaria, com os
seus efeitos protectores, ou mesmo ofensivos, que certamente marcariam pela
diferença, e que mais tarde se veriam miúdos vestidos tal como eu, e muitos
deles magoando-se por tentar repetir minhas façanhas. Desisti.
Pensei num nome. Um nome que só de o ouvir, os
criminosos tremeriam, e fãs vibrariam, e depois?? Minha identidade
desvaneceria-se. Não, obrigado.
Após muito reflectir, decidi que o meu poder
seria a escrita. Não teria de usar qualquer tipo de arma, não teria de
enfrentar vilões, nem usar qualquer tipo de farda. Através da escrita poderei
criar-te a mais bela das histórias, fazer-te para sempre feliz, sim, para
sempre. Porquê criar um final feliz, quando se pode fazer com que a história
não se acabe. Sou eu quem escreve, portanto decido como a felicidade deve ser,
e neste caso, infinita...
terça-feira, 4 de junho de 2013
"Ópio"
Hoje em dia podemos comparar tudo com tudo, não importando se se tratam de coisas ou seres distintos, simplesmente se comparam.
As comparações por vezes podem ser exageradas, mas não existe algo que o regule, ninguém se pode escapar a ser comparado com este ou por aquilo.
Não vou comparar ninguém, nem a mim nem a ti. Vou comparar o que por ti sinto, e sem qualquer tipo de pudor, e encará-lo-ei na medida em que este me consome.
Comparo o que sinto por ti com o Ópio. Muitos se perguntarão se estou bem, o porquê de uma comparação tão tão agressiva, ou se sou mesmo um consumidor.
Não, não sou consumidor, nunca fui e espero nunca vir a ser.
Este é um amor que tal como o Ópio e outra qualquer droga, cria dependência no consumidor. É algo de que necessito ainda mais que comer, algo que necessito mais que de beber, algo que necessito mais que respirar.
Foi-me dado a experimentar, na altura ainda resisti. Disse ser mais forte que esta sensação estranha, não sei como, mas repentinamente começou a tremer todo o corpo, de repente o coração começou a bater a uma velocidade tal que pensei que me sairia do peito. Perdi a capacidade de falar, ainda que por breves instantes, mas aconteceu.
Experimentei, senti-me ultrapassado por esta espécie de droga, e disse a mim mesmo que na próxima vez iria resistir.
A cada dia, a cada hora, a cada minuto a vontade de te ver e de estar contigo tornou-se mais insuportável, senti-me a ficar mais fraco, certamente precisaria de uma outra dose, um olhar, e quem sabe um tocar, poderia ser o suficiente para me restabelecer.
Aconteceu, mais uma vez, e sem qualquer tipo de aviso, voltaste a passar por mim. E esse pequeno instante foi o suficiente para que meu corpo voltasse a acordar. Desta vez meus olhos encontraram os teus, e deles retiraram a dose extra que iria necessitar, neles poderiam pensar quando me sentisse ir abaixo.
Este amor, é como uma droga. Consome-me cada momento e transforma cada segundo sem ti numa eternidade. Posso ter ficado viciado, viciado para a vida, mas ao contrário de todas as outras drogas, esta é a minha droga, e que apenas foi criada para te sentir e amar.
As comparações por vezes podem ser exageradas, mas não existe algo que o regule, ninguém se pode escapar a ser comparado com este ou por aquilo.
Não vou comparar ninguém, nem a mim nem a ti. Vou comparar o que por ti sinto, e sem qualquer tipo de pudor, e encará-lo-ei na medida em que este me consome.
Comparo o que sinto por ti com o Ópio. Muitos se perguntarão se estou bem, o porquê de uma comparação tão tão agressiva, ou se sou mesmo um consumidor.
Não, não sou consumidor, nunca fui e espero nunca vir a ser.
Este é um amor que tal como o Ópio e outra qualquer droga, cria dependência no consumidor. É algo de que necessito ainda mais que comer, algo que necessito mais que de beber, algo que necessito mais que respirar.
Foi-me dado a experimentar, na altura ainda resisti. Disse ser mais forte que esta sensação estranha, não sei como, mas repentinamente começou a tremer todo o corpo, de repente o coração começou a bater a uma velocidade tal que pensei que me sairia do peito. Perdi a capacidade de falar, ainda que por breves instantes, mas aconteceu.
Experimentei, senti-me ultrapassado por esta espécie de droga, e disse a mim mesmo que na próxima vez iria resistir.
A cada dia, a cada hora, a cada minuto a vontade de te ver e de estar contigo tornou-se mais insuportável, senti-me a ficar mais fraco, certamente precisaria de uma outra dose, um olhar, e quem sabe um tocar, poderia ser o suficiente para me restabelecer.
Aconteceu, mais uma vez, e sem qualquer tipo de aviso, voltaste a passar por mim. E esse pequeno instante foi o suficiente para que meu corpo voltasse a acordar. Desta vez meus olhos encontraram os teus, e deles retiraram a dose extra que iria necessitar, neles poderiam pensar quando me sentisse ir abaixo.
Este amor, é como uma droga. Consome-me cada momento e transforma cada segundo sem ti numa eternidade. Posso ter ficado viciado, viciado para a vida, mas ao contrário de todas as outras drogas, esta é a minha droga, e que apenas foi criada para te sentir e amar.
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