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terça-feira, 29 de novembro de 2011
Doar medula óssea
Nos últimos tempos desenvolveu-se uma enorme cadeia de solidariedade para com o filho de Carlos Martins, jogador de futebol cedido pelo Benfica aos espanhóis do Granada.
Com apenas 3 anos de idade, Gustavo sofre de aplasia medular, ou seja, disfunção da medula óssea. Esta é uma doença que tem cura, contudo, um árduo caminho a percorrer, principalmente para uma criança.
É nos momentos difíceis que o comum cidadão português mostra o quão solidário é, tendo a angariação de dadores que ocorreu, sido exemplo disso mesmo.
Eu mesmo já faço parte dessa lista há alguns anos, tal como da de dadores de sangue. Não o fiz para ninguém em particular, apenas senti que o devia fazer. É um pequeno gesto que nada interfere com a vida de cada um, mas que no final pode salvar vidas.
Felizmente nunca fui chamado a executar essa dádiva, e digo felizmente, pois sei que é menos alguém em sofrimento. Se algum dia for chamado a tal, o que considero uma honra, pois julgo ser um privilégio o poder salvar uma vida, por mais insignificante que esta seja, e irei sem qualquer receio, pois estarei a dar o meu contributo para o bem comum.
Penso que se deveriam criar mais iniciativas do género, com mais regularidade, pois infelizmente todos os dias surgem novos casos. Tal aconteceu porque se trata de alguém conhecido, e sem clubites á mistura, este foi um caso que fez o país dizer que sim a este apelo.
Agora que a caixa de Pandora foi aberta, poderiam fazer-se campanhas com figuras da nossa sociedade, que ainda pudesse aumentar ainda mais o número de dadores, não acontece só aos outros, e um dia pode-nos bater á porta uma situação idêntica.
Sejam solidários, e ajudem a dar um pouco mais de saúde a alguém, não custa nada.
Com apenas 3 anos de idade, Gustavo sofre de aplasia medular, ou seja, disfunção da medula óssea. Esta é uma doença que tem cura, contudo, um árduo caminho a percorrer, principalmente para uma criança.
É nos momentos difíceis que o comum cidadão português mostra o quão solidário é, tendo a angariação de dadores que ocorreu, sido exemplo disso mesmo.
Eu mesmo já faço parte dessa lista há alguns anos, tal como da de dadores de sangue. Não o fiz para ninguém em particular, apenas senti que o devia fazer. É um pequeno gesto que nada interfere com a vida de cada um, mas que no final pode salvar vidas.
Felizmente nunca fui chamado a executar essa dádiva, e digo felizmente, pois sei que é menos alguém em sofrimento. Se algum dia for chamado a tal, o que considero uma honra, pois julgo ser um privilégio o poder salvar uma vida, por mais insignificante que esta seja, e irei sem qualquer receio, pois estarei a dar o meu contributo para o bem comum.
Penso que se deveriam criar mais iniciativas do género, com mais regularidade, pois infelizmente todos os dias surgem novos casos. Tal aconteceu porque se trata de alguém conhecido, e sem clubites á mistura, este foi um caso que fez o país dizer que sim a este apelo.
Agora que a caixa de Pandora foi aberta, poderiam fazer-se campanhas com figuras da nossa sociedade, que ainda pudesse aumentar ainda mais o número de dadores, não acontece só aos outros, e um dia pode-nos bater á porta uma situação idêntica.
Sejam solidários, e ajudem a dar um pouco mais de saúde a alguém, não custa nada.
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