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sexta-feira, 10 de maio de 2013
"Sombra de mim mesmo!"
Vezes e vezes sem conta em que tu o que me passa pela cabeça é teu nome.
Vezes e vezes sem conta em que a primeira imagem que conto ver ao abrir os olhos é a tua.
Vezes e vezes sem conta em que é o sussurro de tua voz que espero ouvir.
Faço por tentar entender porque assim é. Tento, mas não consigo mesmo encontrar explicação. Nem a mim mesmo o consigo explicar, quanto mais a um terceiro.
As barreiras vão-se sobrepondo umas às outras, e sempre as ultrapasso, não é na vitória que alcancei que penso, mas em ti. Em como terias ficado orgulhosa, e no quanto terias vibrado ao assistir. Falo de situações hipotéticas, mas que no entanto não deixam de fazer todo o sentido.
Às vezes penso que sou como que um zombie, ou como alguém num estado extremamente hipnótico. Um corpo que se movimenta como que comandado por alguém, mas por dentro, não um vazio, mas um todo cheio só de ti. Tudo dentro de mim são imagens tuas, frases ditas, que mesmo que à primeira vista não tenham sido importantes, foram-no no desenvolver desta história. Tudo circula como que num espiral que vai tentando mostrar que é tudo muito mais que meras recordações.
Não encontro explicação para nada do que se passa, apenas que embora sem o compreender, tudo faz muito sentido, mesmo que de forma desorganizada.
Eu próprio sou de contradições, por vezes perfeccionista, noutras simplesmente desorganizado. Não gosto de ter a vida planeada como um guião, mas antes vivê-la como se o amanhã não existisse. Fizeste-me ver que isso pode também sem feito, sem no entanto descurar o dia de amanhã.
Hoje tenho sido uma sombra de mim mesmo, mas que segue no entanto a sombra que prolonga teu corpo, sem no entanto se importar com o caminho a seguir, pois a ti seguirá até ao fim do Mundo.
Vezes e vezes sem conta em que a primeira imagem que conto ver ao abrir os olhos é a tua.
Vezes e vezes sem conta em que é o sussurro de tua voz que espero ouvir.
Faço por tentar entender porque assim é. Tento, mas não consigo mesmo encontrar explicação. Nem a mim mesmo o consigo explicar, quanto mais a um terceiro.
As barreiras vão-se sobrepondo umas às outras, e sempre as ultrapasso, não é na vitória que alcancei que penso, mas em ti. Em como terias ficado orgulhosa, e no quanto terias vibrado ao assistir. Falo de situações hipotéticas, mas que no entanto não deixam de fazer todo o sentido.
Às vezes penso que sou como que um zombie, ou como alguém num estado extremamente hipnótico. Um corpo que se movimenta como que comandado por alguém, mas por dentro, não um vazio, mas um todo cheio só de ti. Tudo dentro de mim são imagens tuas, frases ditas, que mesmo que à primeira vista não tenham sido importantes, foram-no no desenvolver desta história. Tudo circula como que num espiral que vai tentando mostrar que é tudo muito mais que meras recordações.
Não encontro explicação para nada do que se passa, apenas que embora sem o compreender, tudo faz muito sentido, mesmo que de forma desorganizada.
Eu próprio sou de contradições, por vezes perfeccionista, noutras simplesmente desorganizado. Não gosto de ter a vida planeada como um guião, mas antes vivê-la como se o amanhã não existisse. Fizeste-me ver que isso pode também sem feito, sem no entanto descurar o dia de amanhã.
Hoje tenho sido uma sombra de mim mesmo, mas que segue no entanto a sombra que prolonga teu corpo, sem no entanto se importar com o caminho a seguir, pois a ti seguirá até ao fim do Mundo.
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