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sábado, 22 de junho de 2013
"Centelha em falta"
Há dias em que por mais que tudo te corra bem, tens sempre a sensação de que te falta algo.
Mesmo que para o exterior tudo esteja a ser perfeito, sabes que há aquela pequena centelha em falta. Pode ser invisível ao comum dos mortais, mas que para mim é mais que notória.
O dia de hoje foi assim para mim.
Não posso dizer que me tenha corrido mal, não posso mesmo, no entanto também não posso dizer que tenha sido perfeito. Faltava-me a tal centelha.
As horas passam vagarosamente, deslizando como que numa estrada muito lenta.
Conto o tempo com uma ampulheta, e consigo descrever cada um dos milésimos de segundo que tornam esta angústia mais penosa, através dos lentos grãos de areia, que teimam em não cruzar o pequeno orifício.
A cada milésimo de segundo dou por mim a tentar alcançar um qualquer sinal de tua presença, seja um som ou uma imagem, não importa o quê, desde que aconteça.
Procuro a cada instante cruzar meu olhar no teu, mesmo que por breves instantes, mesmo que numa fracção muito veloz, a que mais tarde irei colocar em modo lento, alongando o momento indefinidamente.
Hoje foi um dia em que claramente me faltou uma pequena centelha para aperfeiçoar este dia, a tua presença. Não o mencionei a ninguém, mas no entanto a minha inquietude pode ter-me denunciado em alguma fracção.
A tua presença deixa-me nervoso, mas muito mais inquieto me deixa a tua ausência.
És tu a centelha que vem completar o meu ser. És tu a centelha que encerra circulo.
Mesmo que para o exterior tudo esteja a ser perfeito, sabes que há aquela pequena centelha em falta. Pode ser invisível ao comum dos mortais, mas que para mim é mais que notória.
O dia de hoje foi assim para mim.
Não posso dizer que me tenha corrido mal, não posso mesmo, no entanto também não posso dizer que tenha sido perfeito. Faltava-me a tal centelha.
As horas passam vagarosamente, deslizando como que numa estrada muito lenta.
Conto o tempo com uma ampulheta, e consigo descrever cada um dos milésimos de segundo que tornam esta angústia mais penosa, através dos lentos grãos de areia, que teimam em não cruzar o pequeno orifício.
A cada milésimo de segundo dou por mim a tentar alcançar um qualquer sinal de tua presença, seja um som ou uma imagem, não importa o quê, desde que aconteça.
Procuro a cada instante cruzar meu olhar no teu, mesmo que por breves instantes, mesmo que numa fracção muito veloz, a que mais tarde irei colocar em modo lento, alongando o momento indefinidamente.
Hoje foi um dia em que claramente me faltou uma pequena centelha para aperfeiçoar este dia, a tua presença. Não o mencionei a ninguém, mas no entanto a minha inquietude pode ter-me denunciado em alguma fracção.
A tua presença deixa-me nervoso, mas muito mais inquieto me deixa a tua ausência.
És tu a centelha que vem completar o meu ser. És tu a centelha que encerra circulo.
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