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sexta-feira, 24 de outubro de 2014
"Palavras ocultas"
Palavras.
Algo tão simples, e ao mesmo tempo tão complexo.
A palavra é o principal meio para a comunicação, e seja escrita, falada ou cantada, cada palavra pode ter o poder de criar ou acabar com uma guerra. Uma simples palavra.
É isso mesmo que aqui faço. Passo a palavra. E de forma mais ou menos organizada, vos vou dando a conhecer a minha forma de pensar, os meus sonhos e até meus devaneios. É quem eu sou, e aqui me vou desvendando aos poucos, umas vezes mais despido de pudores, noutras um pouco mais comedido. As palavras têm esse poder.
Já aqui falei de um pouco de tudo. Das políticas ao futebol, das paixões às viagens, enfim, a palavra é comunicação, e é desta forma que vos consigo mostrar os meus estados de espírito, como vejo o que me rodeia e como espero um dia vir a guiar algo ou alguém.
Aqui tudo é de índole pessoal. Uns por momentos de inspiração, outros porque a situação assim o obrigava.
Passar a palavra. Não ser egoísta ao ponto de guardar apenas para mim o que sinto, o que sei e o que aprendi.
Gosto de escrever, assim como de ler, e dá-me um gozo tremendo poder ter sido o momento de leitura de alguém. Não que me considere um escritor, quem sabe um dia, mas gosto de pensar que as minhas palavras podem passar de boca em boca, de computador em computador, e mostrando que por vezes das palavras mais simples podem vir grandes actos.
Hoje não escrevo para alguém em particular. Hoje escrevo para todos, ou talvez para ninguém. Não importa, pois hoje todas as palavras que quero dizer, bem, hoje não me saem. Ficam aqui a sondar a minha cabeça, na ponta de meus dedos, e ao mesmo tempo escondem-se atrás de todas as outras, timidamente dando algum mistério e ao mesmo tempo cobiça de si.
São as palavras que escondo, que mostram o que atrás da cortina escondi. Assim são as palavras. Assim são as minhas palavras, ocultas e ao mesmo tempo tão reveladoras...
Algo tão simples, e ao mesmo tempo tão complexo.
A palavra é o principal meio para a comunicação, e seja escrita, falada ou cantada, cada palavra pode ter o poder de criar ou acabar com uma guerra. Uma simples palavra.
É isso mesmo que aqui faço. Passo a palavra. E de forma mais ou menos organizada, vos vou dando a conhecer a minha forma de pensar, os meus sonhos e até meus devaneios. É quem eu sou, e aqui me vou desvendando aos poucos, umas vezes mais despido de pudores, noutras um pouco mais comedido. As palavras têm esse poder.
Já aqui falei de um pouco de tudo. Das políticas ao futebol, das paixões às viagens, enfim, a palavra é comunicação, e é desta forma que vos consigo mostrar os meus estados de espírito, como vejo o que me rodeia e como espero um dia vir a guiar algo ou alguém.
Aqui tudo é de índole pessoal. Uns por momentos de inspiração, outros porque a situação assim o obrigava.
Passar a palavra. Não ser egoísta ao ponto de guardar apenas para mim o que sinto, o que sei e o que aprendi.
Gosto de escrever, assim como de ler, e dá-me um gozo tremendo poder ter sido o momento de leitura de alguém. Não que me considere um escritor, quem sabe um dia, mas gosto de pensar que as minhas palavras podem passar de boca em boca, de computador em computador, e mostrando que por vezes das palavras mais simples podem vir grandes actos.
Hoje não escrevo para alguém em particular. Hoje escrevo para todos, ou talvez para ninguém. Não importa, pois hoje todas as palavras que quero dizer, bem, hoje não me saem. Ficam aqui a sondar a minha cabeça, na ponta de meus dedos, e ao mesmo tempo escondem-se atrás de todas as outras, timidamente dando algum mistério e ao mesmo tempo cobiça de si.
São as palavras que escondo, que mostram o que atrás da cortina escondi. Assim são as palavras. Assim são as minhas palavras, ocultas e ao mesmo tempo tão reveladoras...
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