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quarta-feira, 27 de maio de 2015
"Entranhada na pele"
Há dias que são mais fáceis de suportar que outros. Hoje não foi um desses dias.
Foi um daqueles dias em que o relógio atrasou o seu funcionar. O ponteiro dos segundos demorou minutos a passar, o dos minutos demorou horas a passar e o das horas, esse então demorou dias.
Foi daqueles dias em que tudo, mas mesmo tudo me fez lembrar de ti.
Mesmo a mais simples das coisas era o suficiente para fazer vir um sorriso a meus lábios, ainda por muito breve que fosse, ainda que por um momento fugaz. Serviu para me fazer rir por ti, serviu para mais uma vez me enganar a mim mesmo. Não passou de uma mera recordação.
Tudo parece uma autêntica teoria da conspiração, onde para quer que me vire, tudo aponta na tua direcção. De repente revelam-se todas as pessoas com teu nome, e embora o saiba praticamente impossível, ainda me viro na esperança de ali te encontrar.
Na rádio, tudo parece conspirar. As nossas músicas tocam a toda a hora, e quando não tocam essas, tocam outras que parecem descrever nossa história na perfeição, mas o pior disto, é que sejam umas ou as outras, sempre provocam aquela lágrima matreira que a cada momento ali está à espera de escorregar por meu rosto, assim como uma criança pelo escorrega do jardim escola.
Atrás de uma vem sempre a outra, e mais outra, e embora por vezes o tente ignorar, a verdade é que por mais que tente, sei que esta é uma missão que por hora não tem sucesso possível.
Não há nada que não me conecte a ti, Não há um único momento em que não estejas em meu pensamento, e mesmo que parte de mim te chame todos os nomes possíveis e imaginários, na esperança de aí te afastar, logo a outra parte relembra que tudo isso é mentira, e que pelo contrário, nenhum desses nomes a ti é dirigido, mas todos os outros, os pensamentos em que digo que te amo, e que nada mais me importa que tu e eu juntos, não importando para isso a opinião dos outros.
Neste momento, se me perguntassem que parte de teu corpo gostaria de ver, sem dúvidas que responderia que os teus olhos. Os teus olhos para neles poder penetrar e assim ver as coisas como também tu as vês. Quanto ao resto não preciso, pois em minha pele estás entranhada, e embora distante, sinto que estás sempre aqui, junto ao meu coração e a aguardar que mais uma vez estas duas metades do coração se voltem a unir...
Foi um daqueles dias em que o relógio atrasou o seu funcionar. O ponteiro dos segundos demorou minutos a passar, o dos minutos demorou horas a passar e o das horas, esse então demorou dias.
Foi daqueles dias em que tudo, mas mesmo tudo me fez lembrar de ti.
Mesmo a mais simples das coisas era o suficiente para fazer vir um sorriso a meus lábios, ainda por muito breve que fosse, ainda que por um momento fugaz. Serviu para me fazer rir por ti, serviu para mais uma vez me enganar a mim mesmo. Não passou de uma mera recordação.
Tudo parece uma autêntica teoria da conspiração, onde para quer que me vire, tudo aponta na tua direcção. De repente revelam-se todas as pessoas com teu nome, e embora o saiba praticamente impossível, ainda me viro na esperança de ali te encontrar.
Na rádio, tudo parece conspirar. As nossas músicas tocam a toda a hora, e quando não tocam essas, tocam outras que parecem descrever nossa história na perfeição, mas o pior disto, é que sejam umas ou as outras, sempre provocam aquela lágrima matreira que a cada momento ali está à espera de escorregar por meu rosto, assim como uma criança pelo escorrega do jardim escola.
Atrás de uma vem sempre a outra, e mais outra, e embora por vezes o tente ignorar, a verdade é que por mais que tente, sei que esta é uma missão que por hora não tem sucesso possível.
Não há nada que não me conecte a ti, Não há um único momento em que não estejas em meu pensamento, e mesmo que parte de mim te chame todos os nomes possíveis e imaginários, na esperança de aí te afastar, logo a outra parte relembra que tudo isso é mentira, e que pelo contrário, nenhum desses nomes a ti é dirigido, mas todos os outros, os pensamentos em que digo que te amo, e que nada mais me importa que tu e eu juntos, não importando para isso a opinião dos outros.
Neste momento, se me perguntassem que parte de teu corpo gostaria de ver, sem dúvidas que responderia que os teus olhos. Os teus olhos para neles poder penetrar e assim ver as coisas como também tu as vês. Quanto ao resto não preciso, pois em minha pele estás entranhada, e embora distante, sinto que estás sempre aqui, junto ao meu coração e a aguardar que mais uma vez estas duas metades do coração se voltem a unir...
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